A ERA DAS INTELIGÊNCIAS ARTIFICIAIS
TEXTO 1
O artigo apresenta um relato tanto histórico quanto pessoal sobre as questões sociais e éticas surgidas no desenvolvimento da inteligência artificial (IA), acompanhando, desde a década de 1970, os debates nos quais o autor esteve envolvido. Sua participação na narrativa da IA começa com as discussões iniciais sobre se as máquinas podem pensar. Com o surgimento da internet nos anos 1990, essas discussões evoluíram para uma percepção da IA como inteligência distribuída, o que levantou questões sobre seu impacto nas estruturas sociais, incluindo problemas éticos cotidianos. Em um terceiro momento, com a aplicação generalizada da IA a todos os tipos de objetivos sociais, cresceu a consciência de que todas as coisas — naturais e artificiais — poderiam estar digitalmente conectadas entre si e aos agentes humanos. O autor percorre essa evolução e conclui sua narrativa apresentando alguns dos desafios futuros para o desenvolvimento e uso da inteligência artificial. A partir de pesquisas recentes em universidades, associações científicas e órgãos políticos, ele examina as possibilidades de uma vida boa, tanto com quanto sem inteligências artificiais.
Questões para conhecimento, discussão e aprofundamento
(A) Se a inteligência artificial condiciona — mas não determina — nossas ações, onde termina a influência da tecnologia e começa a responsabilidade humana?
(B) Ao vivermos cada vez mais “onlife”, como propõe Capurro, estamos ampliando nossa liberdade de escolha ou nos tornando mais dependentes de sistemas invisíveis de decisão?
(C) O maior risco da inteligência artificial está nas máquinas que pensam ou nos seres humanos que deixam de pensar criticamente sobre elas?
Acesso ao texto. Clique em
https://drive.google.com/file/d/12_Wh5R9AqDj004U9ptjcXBRUxnmTei0q/view?usp=sharing


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